Arquivo da Categoria "Comunidades Niterói"

Holofote

Postado por nephu em 26/nov/2018 -

 

 

 

O morro do Holofote localiza-se no Bairro de Santana, em Niterói, próximo a subida da ponte Rio-Niterói. A comunidade está atualmente refém do poder paralelo. E possui obras do poder municipal em andamento.

 

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Fevereiro/2017

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Fevereiro/2016

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Abril/2010

Niterói: 5 pessoas são mortas em chacina no morro do Holofote

 

Cocada

Postado por nephu em 26/nov/2018 -

 

 

 

O Morro da Cocada localiza-se no bairro do Badu, região de Pendotiba, em Niterói. Desde 2015, há um projeto em andamento da Prefeitura de Niterói com recursos do Governo Federal e Municipal, que promete urbanizar a comunidade.

 

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Novembro/2017

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Novembro/2016

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Outubro/2015

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Postado por nephu em 26/nov/2018 -

SALINAS E PEIXE GALO

O Morro do Peixe Galo e Salinas situa-se em Jurujuba, Niterói-RJ. O início da ocupação da área foi no século XVIII de forma reduzida por fazendeiros e principalmente por uma aldeia de pescadores, a expansão da área data em torno de 1960, quando lançaram empreendimentos imobiliários em São Francisco, com isso a população de baixa renda se concentrou no entorno, isto é, nos bairros de Charitas e Jurujuba. 

No ano de 2004 a estação charitas foi inaugurada, ampliando o acesso a região, e em 2017 foi inaugurado o túnel Charitas- Cafubá. O local é visado como área de expansão pelo mercado imobiliário, a comunidade já resiste a diversas tentativas de  empreendimentos por parte do mercado.

 

E de acordo com o Plano Diretor sancionado em 2019, o morro de Salinas e Peixe Galo é uma Zona Especial de Interesse Social (ZEIS), Zona Especial (ZEPAL-APAC) e Área de Especial Interesse Turística e Área  de Proteção Ambiental Municipal.

A principal atividade econômica da área é a pesca, mas com a redução da área de pesca na Baía de Guanabara, os jovens trabalham para estaleiros, rebocadores e para a Petrobras,  mantendo a tradição marítima do bairro. 

Em 2017 a comunidade teve algumas de suas casas notificadas pela Defesa Civil por estarem em área de risco. E em 2018, os moradores sofreram com diversas ações policiais devido a aplicação a Intervenção Militar, decreto nº 9288, pelo Presidente Michel Temer.

Já nos meses finais de 2018 e os meses iniciais de 2019, as comunidade foram atingida pelas fortes chuvas, com xx casas atingidas e interditadas. Os moradores lutaram para que o aluguel social seja pago, para aqueles que tiveram suas casas interditadas, e que as obras fossem iniciados. No momento a luta é para a conclusão das contenções de risco em sua totalidade e a vigia da extensão do aluguel até a finalização das obras.

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MAPAS

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Foto aérea das comunidades de Peixe Galo e Salinas em Jurujuba, Niterói-RJ. 
Imagem tratada pela equipe do NEPHU.
Foto aérea das comunidades de Peixe Galo e Salinas em Jurujuba, Niterói-RJ.
Foto aérea com a delimitação das comunidades de Peixe Galo e Salinas em Jurujuba, Niterói-RJ. Imagem tratada pela equipe do NEPHU.
Foto aérea com a delimitação das comunidades de Peixe Galo e Salinas em Jurujuba, Niterói-RJ. Observa-se a divisão entre as duas comunidades. Imagem tratada pela equipe do NEPHU.
Foto aérea com a delimitação da Zona Especial de Interesse Social (ZEIS) de Peixe Galo e Salinas em Jurujuba de acordo com o Mapa 8 do Plano Diretor de 2019.

SADASDSAD

#FórumReivindica

Situação das comunidades de Salinas e Peixe Galo, participantes do Fórum de Luta pela Moradia, localizadas no bairro de Jurujuba, em Niterói.

Morro do Estado

Postado por nephu em 26/nov/2018 -

 

 

 

O início da ocupação do Morro do Estado, Niterói, inicia-se no pós 2° Guerra Mundial,. Seu crescimento populacional acompanhou o crescimento econômico da cidade de Niterói, sobretudo a partir dos anos 70, com a inauguração da Ponte Rio Niterói. A associação de Moradores data de 1983, mesmo momento em que a favela torna-se um bairro. A ocupação foi por permissão do uso da terra concedidas pelo poder público ou por ‘proprietários’ privados. Em 2010 a comunidade foi atingida pelas fortes chuvas de verão e casas desmoronaram com o deslizamento de terras.

 

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Wikipédia – Morro do Estado

 

Trabalhos acadêmicos

 

Morro do Estado, Niterói, RJ

 

Morro da Chácara e do Arroz

Postado por nephu em 26/nov/2018 -

 

 

 

O Morro da Chácara e do Arroz tem ocupação datada de pelo menos 1950. A comunidade, que era antes uma Chácara com solo frutífero, começa sua história no local com poucas casas. No início, a prefeitura tentou remover as famílias e algumas foram enviadas para outras comunidades da cidade, as que resistiram vivem lá até hoje. Em 1970 foi fundada a associação de moradores, atuante até os dias de hoje. Inicialmente, tinha o objetivo de pavimentar e urbanizar a comunidade aos poucos, junto à prefeitura; existiram também projetos como “banco de leite” e “banco de alimentos”; a infraestrutura é limitada e muitas dessas ações não foram mantidas na comunidade.

A Chácara e o Arroz têm problemas com o esgoto: as tubulações são antigas e precisam ser trocadas, mas a Águas de Niterói atua de forma retraída, por esse motivo ainda há problemas com abastecimento de água na comunidade. Há ainda graves problemas com a iluminação pública – além de poucos, os postes são de madeira e foram colocados há mais de 40 anos – e a Enel não atende a comunidade. A presidente da associação de moradores pontua que não há programas como Médico de Família e Gari Comunitário. Em 2010, houveram deslizamentos e desmoronamentos na comunidade, esse problema é recorrente e, constantemente a defesa civil interdita as casas.

 

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Lazareto

Postado por nephu em 26/nov/2018 -

 

 

 

 

O morro do Lazareto situa-se em Jurujuba, Niterói-RJ. O início da ocupação da área foi no século XVIII de forma reduzida por fazendeiros e principalmente por uma aldeia de pescadores, a expansão da área data em torno de 1960, quando lançaram empreendimentos imobiliários em São Francisco, com isso a população de baixa renda se concentrou no entorno, isto é nos bairros de Charitas e Jurujuba. No ano de 2004 a estação charitas foi inaugurada, ampliando o acesso a região, e em 2017 foi inaugurado o túnel Cafubá. O local é visado como área de expansão pelo mercado imobiliário, a comunidade já resiste a diversas tentativas de  empreendimentos por parte do mercado. A principal atividade econômica da área é a pesca, mas com a redução da área de pesca na Baía de Guanabara, os jovens trabalham para estaleiros, rebocadores e para a Petrobras, mantendo a tradição marítima do bairro. A rede hidrossanitaria não atende a comunidade, o seu esgoto é jogado diretamente no mar, somente na parte baixa da região tem esgotamento a área da Avenida Carlos Ermelindo Marins. No ano de 2018 o Ministério Público intimou a prefeitura e a Águas de Niterói para que tome uma providência e melhorem a qualidade de vida para a região.

 

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Forças de segurança fazem operação contra tráfico de drogas em Niterói

 

Jardim Boa Esperança

Postado por nephu em 26/nov/2018 -

 

 

 

 

O jardim Boa Esperança situa-se no Cantagalo. Há pelo menos cinco áreas com certa identidade individualizada: Sítio do Pau Ferro I, Sítio do Pau Ferro II, Monan Pequeno, Monan Grande e Jardim Boa Esperança. Os primeiros assentamentos ocorreram nas décadas de 50 e 60. Atraídos pela expansão do emprego na construção civil, no Centro e Zona Sul de Niterói, chegaram os nordestinos. Atualmente pode-se avaliar que aproximadamente 80% da população tenham esta descendência, sendo que além de trabalharem na construção civil, há também muitos que se dedicam à prestação de serviços: faxineiros, zeladores, lavadeiras, jardineiros e empregados domésticos, além de outros que estão no setor informal. Os locais de trabalho são diversos, mas uma boa parte trabalha ou na Região Oceânica ou na Região de Pendotiba, para onde alguns se deslocam comumente de bicicleta.

Em novembro de 2018, uma parte da comunidade sofreu um desabamento que deixou 15 mortos e feridos (11). 22 famílias ficaram desabrigadas. O desabamento se deu por conta da falta de infraestrutura de drenagem na comunidade. A Prefeitura estava ciente do risco. O prefeito Rodrigo Neves promete moradia em unidades habitacionais que estão sendo construídas no bairro Fonseca, aproximadamente 10km de distância de onde residiam.

 

 

FAZENDINHA SAPÊ

Postado por nephu em 26/nov/2018 -

 

 

 

A Fazendinha foi ocupada em 1918, inicialmente com apenas 6 famílias, nas proximidades do Sítio Carvalho. A Capela de Nossa Senhora da Conceição está na área mais antiga ocupada da região, onde hoje também funciona a Associação de Moradores. Atualmente, segundo a Associação de Moradores há 343 famílias ao todo no local.

A região da comunidade é basicamente rural e não conta com infraestrutura urbana básica. Não há escolas, postos de saúde, nem transporte público para atender a comunidade. Apenas 12 casas têm relógio para marcação de energia elétrica e só existem 3 hidrômetros na comunidade, sendo o resto da comunidade abastecida de maneira irregular.

Em 2010, os moradores sofreram uma ameaça de desapropriação pela Prefeitura de Niterói, com o intuito de utilização da área para construção de um conjunto habitacional para abrigar os antigos moradores do Morro do Bumba. O projeto pretendia remover toda a comunidade, numa área de aproximadamente 1,6 milhões de m² para construir 15 mil unidades habitacionais, o que tiraria o trabalho das pessoas que vivem da terra, além da perda do estilo de vida rural que a comunidade possui, pois as pessoas seriam deslocadas para apartamentos, não podendo ter animais e plantações nos seus terrenos.

Através dos estudos sobre o assunto e das parcerias com órgãos ligados à luta pela moradia, a comunidade conseguiu resistir. A IAB fez um relatório técnico e houve uma publicação no Desabafo Niteroiense a respeito do que estava acontecendo. Em certa ocasião, a comunidade chegou a ver junto ao IPHAN sobre o título de comunidade quilombola, mas a questão não foi adiante.

 

Curso de extensão – Fazendinha Sapê

 

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Mutirão Fazendinha Sapê

 

Dezembro/2011

Passeata Comunidade Fazendinha Sapê

 

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Comunidade Fazendinha Sapê

 

Colônia de Pescadores da Ponta D’areia

Postado por nephu em 26/nov/2018 -

 

 

 

 

A Colônia de Pescadores da Ponta D’areia data de mais ou menos 1984, quando o prefeito Waldenir Bragança doou a terra para os moradores. Segundo eles, existe um documento que legitima o espaço.  

O projeto de reurbanização do centro de Niterói prevê que seja construída uma marina pública no local em que a comunidade se encontra, removendo as famílias.

 

Vídeos

 

Agosto/2013

Colônia de Pescadores da Ponta D’areia

 

 

Cantagalo

Postado por nephu em 26/nov/2018 -

 

 

 

Do ponto de vista da localização, o bairro do Cantagalo possui uma posição geográfica de transição entre o interior maciço costeiro e a baixada litorânea. A sua base territorial é marcada pela presença de morros, que se alternam no espaço com vales aplainados pelo processo de erosão. A ocupação se deu de forma predominantemente espontânea, principalmente nas ladeiras com graus de declividades variados. Atualmente a ocupação desordenada e de arruamento irregular, já atinge até o alto do morro de igual denominação.

A comunidade tem pelo menos 58 anos e a maioria dos moradores não têm o título da terra. Cantagalo é uma comunidade relativamente bem estruturada, tendo ruas pavimentadas, água, coleta de lixo, Médico de família e acesso a serviços (a comunidade possui uma creche comunitária administrada pela associação). As moradoras relataram apenas problemas relativos ao esgoto, que retorna quando há chuvas. Nunca ocorreram processos de remoção em Cantagalo e atualmente as moradoras estão em busca do título da propriedade. O secretário de habitação Beto da Pipa diz que tem um projeto para regularização da área.

 

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