Postado por vitoria em 13/nov/2024 - Sem Comentários
No sábado, dia 09 de novembro de 2024, realizamos uma reunião com os moradores do Tenente Jardim. Uma comunidade que luta há mais de 30 anos por regularização fundiária.
Fizemos uma roda de conversa, cadastro das famílias e contamos com a presença do Luiz Cláudio Vieira, diretor do ITERJ, que contextualizou o histórico da comunidade no que se refere às mobilizações já ocorridas.
Além disso, foi realizada uma intervenção artística, pensada e ministrada pelo artista @matheusdesouzabr com base em uma deriva feita com ele e com os moradores que relataram os pontos afetivos daquele território. Desse modo, o lambe foi pensando para unificar os fragmentos dessas histórias através da colagem. A arte foi importante para criar espaços de memória e união entre os moradores.
Esta foi mais uma atividade de extensão vinculada ao curso “Diálogos sobre a cidade popular” .







Postado por luizabrasil em 30/abr/2021 - Sem Comentários

Ontem, dia 29 de abril de 2021, as Professoras Regina Bienenstein e Francine Helfreich e o doutorando arquiteto Daniel Sousa, todos da UFF, estiveram em reunião com a Presidência do ITERJ para tratar da regularização fundiária plena do assentamento popular Fazendinha-Sapê, Niterói, um dos mais importantes projetos de extensão em curso do NEPHU/PROEX/UFF. Através da assinatura do Acordo de Cooperação Técnica com o Instituto de Terras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro (ITERJ), mais de 300 famílias poderão ter seu direito a posse da terra garantido!! Viva a extensão universitária comprometida e sócio referenciada. Viva a UFF!
Postado por anaclara em 24/ago/2020 -
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A ocupação do Casarão da Presidente Domiciano, se localiza no bairro da Boa Viagem na Rua Presidente Domiciano. A área é próxima a Zona Especial de Interesse Social (ZEIS) do Morro do Palácio, próximo ao campus da Praia Vermelha da Universidade Federal Fluminense, e dentro da Zona Especial de Preservação do Ambiente Cultural (ZEPAC). Isto é, o imóvel se localiza numa área valorizada.
Na década de 80, o Casarão era inicialmente ocupado por mais ou menos 10 famílias. Todos os moradores desse período já saíram da ocupação e hoje há aproximadamente 20 famílias, sendo alguns moradores crianças, idosos e deficientes físicos, além de mais construções erguidas na parte do morro do terreno.
Há um processo na Justiça desde a década de 80, que já foi fechado e reaberto, em que os donos pedem a reintegração de posse, e o Casarão atualmente se encontra numa situação de risco, tendo ocorrido diversas interdições por conta do risco de desabamento. No entanto, as famílias nunca receberam nenhum auxílio.
Entre os problemas estão o esgoto a céu aberto, falta de energia elétrica e água (que já chegaram a ser colocados, mas os moradores não tiveram condições de pagar e foram cortados), condições mínimas de salubridade e acessibilidade universal. O Casarão não possuía sequer banheiros, que foram sendo construídos pelos próprios moradores.
A ocupação nunca teve associação de moradores e apenas o NEPHU presta assessoria técnica. Durante as interdições, a alternativa apresentada era o abrigo do município e recentemente foram prometidos apartamentos no Condomínio Jardim das Paineiras, que encontra-se com as obras paradas e já apresenta problemas, como rachaduras. Além disso, não está certo se todos os moradores seriam realmente reassentados. Apenas um morador do Casarão recebe aluguel social e uma moradora foi contemplada pelo MCMV, mas nunca recebeu a chave do apartamento.
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Situação do Casarão da Presidente Domiciano, por outra participante do Fórum de Luta pela Moradia, situado em São Domingos, Niterói.
Postado por nephu em 26/nov/2018 -
Há pelo menos cinco áreas com certa identidade individualizada: Sítio do Pau Ferro I, Sítio do Pau Ferro II, Monan Pequeno, Monan Grande e Jardim Boa Esperança. Os primeiros assentamentos ocorreram nas décadas de 50 e 60. Atraídos pela expansão do emprego na construção civil, no Centro e Zona Sul de Niterói, chegaram os nordestinos. Atualmente pode-se avaliar que aproximadamente 80% da população tenham esta descendência, sendo que além de trabalharem na construção civil, há também muitos que se dedicam à prestação de serviços: faxineiros, zeladores, lavadeiras, jardineiros e empregados domésticos, além de outros que estão no setor informal. Os locais de trabalho são diversos, mas uma boa parte trabalha ou na Região Oceânica ou na Região de Pendotiba, para onde alguns se deslocam comumente de bicicleta.
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Postado por nephu em 26/nov/2018 -
Vila Ipiranga é a comunidade mais populosa de Niterói, localizada na zona norte da cidade, no bairro do Fonseca. Seu nome se dá em homenagem a Vila Jardim, conhecida pelos antigos moradores como campo do Ipiranga, onde foram construídas casas para os trabalhadores que se instalaram com o desenvolvimento da região.
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Postado por nephu em 26/nov/2018 -
A comunidade do Morro do Palácio localiza-se no bairro do Ingá, em Niterói, numa área próxima e valorizada do centro da Cidade e dos campi da Universidade Federal Fluminense. A comunidade utiliza o Maquinho, uma extensão do MAC (Obra de Oscar Niemeyer), onde ocorrem atividades de lazer, pesquisa e de jogos.
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Postado por nephu em 26/nov/2018 -

O morro do Caranguejo está localizado próximo ao Largo da Batalha, Niterói, entre a Av. Rui Barbosa, Travessa Camilo Pereira e Estrada Francisco da Cruz Nunes. Sua ocupação data de pelo menos 1934. Antigamente as pessoas alugavam os terrenos dos Cruz Nunes, o espaço dos lotes era maior, mas a ocupação foi avançando sobre a terra. Em 1990 os Cruz Nunes tentaram expulsar os moradores do local, alegando que o terreno seria de propriedade deles, mas a justiça julgou a favor dos moradores do local. Atualmente parte da gleba está em processo de usucapião, mas o processo transita de forma lenta. Um grupo da prefeitura está realizando a medição do local e disseram aos moradores que a comunidade seria uma gleba de 72 mil m², e que posteriormente o IPTU seria cobrado no nome de outra pessoa. A comunidade conta com serviços como transporte público, escola, posto de saúde e pavimentação, mas não possui rede de esgoto.
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Postado por nephu em 26/nov/2018 -

O Morro da Penha é uma comunidade localizada no bairro da Ponta D’areia em Niterói, descrita como tranquila pelos moradores. O bairro é considerado histórico e a comunidade está numa área íngreme, tendo muitas ladeiras e escadarias. A capela Nossa Senhora da Penha, ícone do morro tem mais de 100 anos, com a primeira missa registrada em 1902.
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Postado por nephu em 26/nov/2018 -


A comunidade Lara Vilela é localizada no bairro de São Domingos, Niterói. A maioria dos moradores não têm água e luz regularizada, porém há acesso a serviços como transporte e creche. A comunidade tem como demandas a revitalização de vielas e do prédio da associação (há um projeto para transformá-lo em uma biblioteca comunitária). A comunidade não está ameaçada de remoção, no entanto há um grande preconceito acerca da área, talvez devido a sua localização, que é considerada nobre.
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Postado por nephu em 26/nov/2018 -
A comunidade de Juca Branco localiza-se no Bairro do Fonseca, em Niterói. Uma área próxima ao centro urbano e valorizada da Cidade. Hoje a área sofre influência do poder paralelo.
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